Folhablu | Livros que serão cobrados no vestibular de verão da Udesc estão à venda na Livrarias Catarinense


Livros que serão cobrados no vestibular de verão da Udesc estão à venda na Livrarias Catarinense

Publicado em: 2017-07-14 03:39:47

No começo da semana, a Universidade do Estado de Santa Catarina, a Udesc, divulgou a lista de leituras obrigatórias que serão exigidas na prova do vestibular de verão 2018, que ocorrem no dia 26 de novembro. Para os estudantes que ainda não têm os exemplares dos cinco livros pedidos pela instituição, a Livrarias Catarinense, disponibiliza as obras nas lojas físicas e online com valores acessíveis.

 

 

Manuel Bandeira (coleção Melhores Poemas), com seleção de Francisco de Assis Barbosa (Global Editora), por R$23,90

 

Em Melhores Poemas, de Manuel Bandeira, em versão pocket, nos deparamos com mais de noventa poemas do modernista, que aborda temas do cotidiano com sua leveza e irreverência de sempre. Como em toda a obra posterior, nesses escritos o poeta se mostra descomplicado, sarcástico e despojado, mas sempre com um acento autobiográfico e confessional. Com seleção e prefácio de Francisco de Assis Barbosa, esse presente em forma de livro traz toda poesia e lírica típicas de Manuel Bandeira, poeta em permanente estado de poesia.

 

Lucíola, de José de Alencar, por R$ 19,90

 

Lucíola é uma história de amor narrada por um dos seus personagens principais, Paulo Silva, que em cartas dirigidas à senhora G.M. (pseudônimo de José de Alencar) traça o perfil de sua amada, Maria da Glória. Ela é uma rica cortesã do Rio de Janeiro do século 19 que assume o nome de Lúcia. Publicada em 1862, a obra retrata um Rio de Janeiro aburguesado e tradicional, como pano de fundo para um amor idealizado.

 

Valsa n° 6, de Nelson Rodrigues (Nova Fronteira), por R$ 24,90

 

A adolescente Sônia é assassinada enquanto executa a Valsa nº 6, de Chopin. Depois de morta, tenta montar o quebra-cabeça de suas memórias e reconstruir os acontecimentos de sua vida. Sempre com a peça musical de Chopin funcionando como pano de fundo, a moça vai revelando uma trama de assassinato, adultério, alucinações e conflitos entre o real e o imaginário. A peça Valsa nº 6, de 1951, é o único monólogo da obra de Nelson Rodrigues.

 

Nós, de Salim Miguel (Editora Ufsc), por R$ 22,00

 

Na mata virgem o casebre me acolhe. Noite e dia se fundem, eu me confundo. É o breu, escuridão perene. Exagero? Sei não! Sei sim: exagero. Uma difusa luminosidade se infiltra por janelas e frinchas. Dura pouco. Aperto um botão, a luz elétrica agride o ambiente. A selva selvagem me fascina. A selva selvagem me intimida. Pingos de sol custam a aparecer. Estrela e lua inexistem.

 

Um Lugar na Janela 2: Relato de Viagens, de Martha Medeiros (L&PM), por R$ 34,90

 

"Eu viajo para resistir à hostilidade humana, à crueza dos costumes, ao tique-taque insano dos relógios. Viajo porque sou consciente do quanto viver é difícil e porque não quero ser engolida pela descrença e pela desesperança. Viajo para celebrar a vida no que ela tem de mais sagrado: suas sutilezas, delicadezas, instantes mágicos, sintonias." Martha Medeiros.

 

Viajar para nos encontrar "janela ou corredor?" é uma daquelas frases que parecem dividir a torcida. Opiniões à parte, Martha Medeiros já escolheu seu lugar. É na janela, como espectadora das maravilhas que o mundo tem a oferecer a quem quiser se aventurar por ele.

 

Não é só a cor local, os sabores, a atmosfera que encantam a viajante; é também o fato de encontrar em cada um dos destinos um motivo para celebrar a vida. É um restaurante que se revela uma surpresa, um mercado de pulgas, um monumento, mas também o clima das ruas, pegar carona numa moto, conhecer pessoas, se comunicar numa língua diferente. Martha Medeiros, com sua escrita única, nos transporta para os mais diversos lugares do planeta: do cosmopolitismo ao sagrado, da praia paradisíaca ao balneário hippie, do polo gastronômico ao recanto histórico. O cardápio é variado, para todos os gostos.

 

Mas, para além dos destinos deslumbrantes, Martha Medeiros nos convida a refletir. Viajar é uma maneira de deixar para trás nossa rotina, nosso "eu chato". É dar aquela chacoalhada no dia a dia e, quem sabe, voltar com uma nova perspectiva para aqueles problemas que há tempo estão incomodando. “Mudar de ares é muitas vezes o que falta para a gente promover aquele turning point sempre adiado e ir ao encontro das nossas emoções mais secretas”.

 


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