Folhablu | Natal vira capital do camarão e atrai atenção para a retomada do crescimento do setor


Natal vira capital do camarão e atrai atenção para a retomada do crescimento do setor

Publicado em: 2018-01-02 09:01:44

“Vamos unir esforços, celebrar parcerias e transformar as potencialidades em oportunidades reais de negócios. Reafirmo minha profissão de fé no futuro do setor aquícola brasileiro”. Com essa declaração, o presidente da ABCC - Associação Brasileira de Criadores de Camarão -, Itamar Rocha, abriu oficialmente a Feira Nacional do Camarão (Fenacam), no Centro de Convenções de Natal com a presença de dois mil participantes. Após vários anos, o Rio Grande do Norte voltou a ser a capital nacional do camarão sediando o mais importante evento do segmento, que se realizou com palestras e feira de negócios entre os dias 15 e 18 de novembro.

 

“O Rio Grande do Norte recebe de volta a Fenacam com muita honra. Este é o renascer da atividade. O camarão une nós nordestinos como irmãos”, declarou Orígenes Monte, presidente da ANCC - Associação Norte-Riograndense de Criadores de Camarão -, que participou da abertura do evento recepcionando autoridades como o senador Garibaldi Filho (PMDB); deputado federal Rogério Marinho (PSDB); secretário de Agricultura e Pesca do Rio Grande do Norte, Guilherme Saldanha; presidente da Fiern, Amaro Sales; presidente da Faern, José Vieira; e presidentes de governos e associações estaduais.

 

“Faço um apelo para que o setor público e o privado caminhem juntos pelo crescimento do país. O Brasil precisa voltar a crescer e já começou a dar os primeiros sinais. A gente sente a economia avançando e o setor também. Estamos investindo. Tiro pela nossa empresa. Em 2018, voltaremos a exportar. O Brasil não consumirá o que produz em 2019”, prevê o empresário e presidente da Associação Cearense de Criadores de Camarão (ACCC), Cristiano Maia.

 

Apesar de reforçar sua crença no setor, o presidente da ABCC, Itamar Rocha, fez duras críticas ao que chama de “equívocos da política brasileira na produção de camarão e aquicultura”. Ele alerta que o país apresenta desempenho pífio e vem perdendo espaço para países como Equador e Vietnã, que mesmo com condições adversas produzem e exportam muito mais do que o Brasil. “Precisamos de gente que enfrente a esquerda ambientalista que vive de criar dificuldade para micros, pequenos e médios produtores”, denunciou Itamar.

 

 

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