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Univali promove roda de conversa sobre a fibromialgia

Publicado em: 2018-05-04 11:27:58

A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) promove, no dia 11 de maio, uma roda de conversa sobre a síndrome da fibromialgia, com pessoas acometidas participantes do projeto de extensão da universidade, professores e acadêmicos da Escola de Ciências da Saúde. Na data, o grupo fará uma ação de sensibilização sobre sintomas e impactos da doença. As atividades serão realizadas no pátio do bloco F5, no piso térreo, das 13h30 às 15h30, em frente à Clínica de Fisioterapia, no campus Itajaí, alusivas ao Dia Mundial da Fibromialgia.

 

O diálogo contará com a participação de representantes dos cursos de Psicologia, Nutrição, Farmácia, Medicina e Fisioterapia. No local, também haverá uma tenda com materiais informativos para esclarecer sobre a dor crônica no sexo feminino e de quanto a síndrome é geradora de sofrimento físico e emocional às mulheres atingidas.

 

O projeto de extensão ConVivendo com Síndrome de Fibromialgia oferece, de forma gratuita, atendimento interdisciplinar a mulheres que possuem a síndrome, por meio do tratamento e cuidado, com métodos integrados. A iniciativa permite que as participantes inter-relacionem os sintomas físicos da dor crônica com aspectos sensitivos e emocionais da fibromialgia, na perspectiva da integralidade e do cuidado de si.

 

As atividades do projeto ocorrem na Clínica de Fisioterapia, no Laboratório de Desenvolvimento Humano e em salas do setor F, da Escola de Ciências da Saúde da Univali, no campus Itajaí. As participantes são encaminhadas por médicos reumatologistas da região e a chamada de novas pacientes acontece sempre no início do primeiro e do segundo semestre.

 

De acordo com a professora Ana Ligia Oliveira, fisioterapeuta e coordenadora do projeto de extensão, em média, 25 mulheres ingressam nas atividades, por semestre. Somadas às mulheres do semestre anterior totalizam 40 participantes no processo terapêutico. Ela explica que as pacientes são reavaliadas, de forma individual, a cada semestre, sendo que a alta é dada a partir da análise da equipe. Mesmo com a alta terapêutica, a equipe indica a importância da continuidade de vivências em grupo, para manter um processo terapêutico. "Isto se faz necessário porque, em sua complexidade, não há cura para a síndrome de fibromialgia", ressalta a docente.

 

A fibromialgia é uma síndrome reumática, caracterizada por dor musculoesquelética difusa e crônica. É definida, segundo os critérios do Colégio Americano de Reumatologia (Car), como dor difusa por pelo menos três meses, além da presença de sensibilidade em 11 ou mais dos 18 pontos dolorosos a digito palpação, denominados tender points. Os acometidos também apresentam irregularidades no sono, fadiga, rigidez matinal, diminuição da capacidade funcional, ansiedade e depressão, que reduzem a capacidade do paciente de realizar as tarefas domésticas básicas. É mais prevalente no sexo feminino e entre a faixa etária dos 35 e 60 anos.

 

 


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