Folhablu | Óleo de krill não tem sabor residual de peixe e reduz riscos de morbidade e mortalidade por doenças cardiovasculares


Óleo de krill não tem sabor residual de peixe e reduz riscos de morbidade e mortalidade por doenças cardiovasculares

Publicado em: 2017-09-19 14:16:22

O óleo de krill é a bola da vez para quem busca combater os radicais livres e reduzir os níveis do mau colesterol. O produto é originário de um tipo de crustáceo, semelhante ao camarão, e encontrado no Oceano Antártico.

 

 

Com ação antioxidante, o krill não tem o sabor residual do óleo de peixe. A principal diferença entre eles, além da questão residual, é o teor em antioxidantes e fosfolipídios. Os antioxidantes tornam o óleo de krill mais estável e preservam a integridade dos ácidos graxos. Já os fosfolipídios melhoram a absorção pelo organismo.

 

"A combinação de ômega-3 e fosfolipídios no óleo de krill mostrou, em alguns estudos, ser uma intervenção segura e promissora no que diz respeito à redução dos níveis séricos de triglicérides em jejum e ao aumento do índice de ômega-3, sem aumentar o LDL-C ou colesterol total. Acredita-se que o óleo de krill, em combinação com mudanças de estilo de vida, que incluem dieta e exercícios físicos, pode reduzir significativamente o risco de morbidade e mortalidade por doenças cardiovasculares", explicou a consultora de nutrição da CMW Saúde, Maria Eugênia Gutheil.

 


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