Folhablu | HCor oferece tratamento minimamente invasivo para arteriosclerose


HCor oferece tratamento minimamente invasivo para arteriosclerose

Publicado em: 2016-05-11 11:35:59

Dor nas pernas ao caminhar, feridas dolorosas e de difícil cicatrização, formigamento. Estes são apenas alguns sinais de alerta para a arteriosclerose, doença caracterizada pela obstrução das artérias e uma das principais causas de morte no mundo, afetando 1 bilhão de pessoas, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O depósito de gordura, cálcio e outros elementos as deixam espessas, gerando um déficit sanguíneo aos tecidos irrigados por elas. Resultado? Risco 60% maior de trombose, acidente vascular cerebral (AVC) e infarto.

 

Estudos epidemiológicos mostram que a arteriosclerose incide com maior frequência e intensidade em indivíduos na faixa entre 50 e 70 anos, sendo cerca de 70% dos casos em homens. De acordo com o cirurgião vascular do HCor, doutor Gilberto Narchi Rabahie, toda pessoa pode ter, com o avançar da idade, em diferentes quantidades, depósito de gordura nas artérias. “Porém, há aquelas que apresentam uma maior predisposição para acumular essa substância nas artérias e nos vasos. Com o diagnóstico precoce, eminentemente clínico, as chances de cura chegam a 80%, dependendo da localização da obstrução”, explica.

 

Como está relacionada ao estilo de vida, há alguns hábitos que favorecem os entupimentos, como idade avançada, tabagismo, sedentarismo, hipertensão arterial e histórico familiar, por exemplo. No entanto, a grande complicação é que, com o seu desenvolvimento lento, progressivo e assintomático, essa doença indica que outras artérias do corpo também podem estar obstruídas.

 

Os sintomas isquêmicos, derivados da falta de sangue, conforme diz o doutor Narchi, só aparecem quando há um comprometimento arterial significativo, de cerca de 75%. “Nesse estágio avançado, o quadro clínico apresentado pelo paciente vai depender de qual artéria está obstruída: carótida, que é a artéria do pescoço; coronária, do coração; ou femoral, artéria dos membros inferiores. A oclusão das artérias conduz, em quadros agudos, ao enfarte do miocárdio, acidente vascular cerebral e até à amputação de membros inferiores.”

 

O HCor incorpora as mais modernas tecnologias para diagnóstico e tratamento de doenças vasculares no sistema venoso e arterial, com técnicas minimamente invasivas. Por meio de um exame clínico capaz de confirmar a suspeita da arteriosclerose, um médico angiologista ou um cirurgião vascular irá traçar um plano de mudanças para aliviar o tráfego de sangue nas artérias.

 

A angiotomografia helicoidal de última geração é hoje o método de avaliação diagnóstica mais avançada quando há suspeita de obstruções arteriais, possibilitando não só o diagnóstico, mas, principalmente, o planejamento cirúrgico a ser instituído.

 

“Em casos mais avançados, um dos procedimentos indicados é o tratamento de angioplastia por cateterismo, com ou sem a colocação de stent, que age como um balão que empurra a placa de gordura, liberando o fluxo sanguíneo. Essa técnica, minimamente invasiva, é realizada na sala híbrida, com equipamentos de última geração, que são menos agressivas que as cirurgias convencionais, diminuindo o período de recuperação e consequente retorno mais precoce às atividades diárias”, conta o doutor Narchi.

 

 


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