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Confia em você e os outros confiarão

Publicado em: 2015-10-19 08:35:22

Qual imagem você quer passar no seu trabalho? Você é uma pessoa segura e sabe demonstrar isso também? Tem domínio nas ideias e ações quando entra em uma reunião?

 

O grande problema começa quando as pessoas perdem a segurança na expressão das ideias no ambiente profissional. A maioria dos meus clientes estão bem alinhados com o conhecimento técnico, mas sentem-se ameaçados ao exporem ideias  no trabalho.

 

É preciso ter autocrítica para saber cuidar da autoconfiança, mas sempre na medida certa. Ter autoconfiança é também saber expressar-se adequadamente. As pessoas avaliam quem é seguro pelas ações. É preciso atenção para o bom senso através da percepção adequada de si mesmo. Ter crítica de si próprio é importante, pois ajuda a avaliar adequadamente suas ações. Pensar sobre o comportamento que foi feito e os próximos passos que serão dados é essencial para aperfeiçoar, melhorar a performance e, consequentemente, um resultado mais satisfatório.

 

Para melhorar sua segurança e imagem pessoal você precisa cuidar:

 

  • Do feedback que dá a si mesmo - Você avalia os pontos positivos e negativos? Foca atenção nas coisas boas ou apenas aponta o que foi ruim e como isso foi terrível? Apontar o problema, pegar no pé, ser crítico ao extremo e de forma agressiva sobre suas ações não é algo bem visto socialmente, não demonstra confiança e auto controle.

  • Da forma com que você se expressa com você - Como você se comunica? Você usa palavras motivadoras ou acaba por detonar você mesmo? Comunicar-se de forma negativa não é bem-vindo. Se você falar de forma agressiva com os outros será mal visto, e isso se aplica igualmente a você.

  • A escolha das ações que te deixam mais ou menos seguros - Uma vez constatado o que deve fazer diferente, você escolhe caminhos que te dão mais autoconfiança para seguir.

 

Você pode gerar comportamentos de autoconfiança seguindo os passos abaixo, tais como:

 

  • O que, especificamente, você quer mudar? Qual o ponto em questão?

  • Qual será o novo comportamento que você quer ter? Quando? Onde? Com quem?

  • Você conhece as razões para ainda agir dessa maneira? O que te motiva internamente a ter o comportamento que não quer ter? Pense nisso. Afinal, se você age de uma forma específica, algum sentido tem. Ninguém faz qualquer coisa, por fazer. O que ganha ao agir assim? O que perde já é sabido.

  • Como precisamente você pensa em mudar? Quais os passos que vai seguir para isso? O que tem em mente? Fará esse processo sozinho? Terá ajuda de outras pessoas? Quem? Como será?

  • Que maneira vai comunicar isso a você? Como gostaria de ouvir, ver e sentir para ter motivação e determinação para mudar?

  • Como será o caminho entre o que você faz hoje e o que fará no lugar?

  • Como vai avaliar o processo a ser seguido?

  • Quais as razões para essa sua nova ação? Quais ganhos você terá com o novo comportamento?

 

Existem profissionais específicos para ajudá-lo nesse processo. Buscar ajuda de um psicólogo ou coach não envolve ter uma doença a ser tratada, mas um bom “conselheiro” a lhe ajudar no processo de melhora.

 

Sucesso e até breve!

 

Por Adriana de Araújo

Psicóloga, coach, palestrante e escritora

 


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